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2 de fevereiro de 2013

FALHA HUMANA EM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA


As investigações sobre as causas da morte de três pacientes após serem submetidos a um exame de ressonância magnética no Hospital Vera Cruz, em Campinas, apontam para uma falha humana nos procedimentos de aplicação do contraste, composto químico à base de gadolínio, usado para melhorar a qualidade das imagens e do diagnóstico. Com isso, o secretário municipal de Saúde, Carmino Antonio de Souza, descartou a possibilidade de que as vítimas tenham sofrido uma reação natural ao produto do contraste. 
"A única certeza que eu tenho é que (as mortes) não foram ao acaso. Algo foi injetado na veia dessas pessoas que as matou", afirmou Souza. "É uma situação de raridade extrema. Foram três casos sequenciais, no mesmo dia, em um curto espaço de tempo. Posso afirmar que não é por acaso. Seria o mesmo que três aviões caíssem em um mesmo local, no mesmo dia, na mesma hora", acrescentou.
Nesta quinta-feira, técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e das secretarias de Saúde estadual e municipal auxiliaram a Polícia Civil a reconstituir os procedimentos adotados pelos funcionários do Centro Radiológico do hospital, durante os exames das três vítimas. Quem trabalhava no dia teve que contar e simular todos os passos para o Instituto de Criminalística. A maioria deles já foi ouvida pela polícia nesta quarta-feira.
Análise — Dois especialistas, um do município e outro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), analisaram os resultados dos exames dos pacientes para averiguar pelas imagens possíveis superdosagens de contraste. A hipótese, porém, perdeu força nas apurações, segundo o secretário. Ele disse que os resultados indicam que, aparentemente, não foi injetado volume elevado do produto — o que poderia ter gerado uma reação.
Outra evidência que reduz as chances de a máquina ter injetado uma quantia errada de contraste é o fato de que uma das três vítimas fez o exame em um aparelho que não tem bomba de infusão. Nesse caso, o contraste é injetado por um enfermeiro, durante o exame.
No lixo hospitalar também foram encontradas pistas importantes para a investigação. "Temos certeza que um dos materiais encontrados no lixo foi utilizado em um dos pacientes e ele pode trazer mais respostas", explica Souza. Segundo o secretário, esse dado seria fundamental para identificar a possível contaminação originada nos insumos utilizados no procedimento.
O caso — Nesta segunda-feira, três pacientes morreram por parada cardiorrespiratória após serem submetidos a um exame de ressonância magnética com uso de contraste no Hospital Vera Cruz, que é referência nesse tipo de procedimento. Nenhum dos pacientes apresentava problemas de saúde e todos fizeram ressonância magnética do crânio, segundo a direção do hospital. Dois passaram mal minutos depois do exame e um paciente chegou a deixar a unidade médica, mas retornou após sentir dores. As vítimas foram a auxiliar administrativa Mayra Cristina Monteiro, de 25 anos, o empresário Pedro Ribeiro Porto Filho, de 36 anos, e o zelador Manuel Pereira de Souza, de 39 anos.
No mesmo dia em que esses pacientes foram submetidos à ressonância com contraste, outros 83 indivíduos realizaram o mesmo procedimento, também no Hospital Vera Cruz, mas não apresentaram reações adversas. Segundo Souza, foram usados contrastes de marcas diferentes nesses pacientes. Além disso, também eram diferentes as máquinas em que seus exames foram realizados.
Guaratinguetá — Um policial militar de 52 anos está na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá, São Paulo. Ele passou mal após receber, nesta quinta-feira, uma injeção de contraste na veia para exame de ressonância magnética no abdome. Segundo o hospital, o estado de saúde do policial é estável e ele respira por aparelhos. A Vigilância Sanitária de Guaratinguetá foi notificada e os exames de ressonância foram suspensos na cidade. As causas da piora no quadro de saúde do paciente serão investigadas.
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(Com Estadão Conteúdo)

QUEIXAS CONTRAS CONSTUTORAS

SÃO PAULO, SP, 2 de fevereiro (Folhapress) - O número de reclamações contra construtoras cresceu 28% em Campinas em 2012, segundo a Amspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências). De acordo com a entidade, houve 610 reclamações de mutuários referentes às construtoras de imóveis residenciais. 

As principais queixas foram sobre atraso na obra (72%), seguido das taxas Sati (15%), corretagem (8%) e vícios ou defeitos na obra (5%). A entidade afirma que 511 dos 610 dos reclamantes deram entrada na Justiça, alta de 79% ante 2011. 

O Sati (Serviço de Assessoria Técnica Imobiliária) é uma taxa cobrada de quem vai adquirir um imóvel novo e existe para cobrir a contratação de um advogado, indicado pela incorporadora ou imobiliária, encarregado de prestar assessoria jurídica e analisar o contrato de compra e venda. 

Associações de defesa do consumidor, como a ProTeste, já classificaram a cobrança como ilegal. 

A taxa de corretagem remunera o corretor pelo serviço prestado (custa de 6% a 8% do valor do imóvel). De acordo com a ProTeste, só pode haver custos se existir de fato uma aproximação da incorporadora com o comprador feita por esse profissional. 

FONTE: JORNAL CIDADE

19 de dezembro de 2012

CARROS PARADOS EM FILA DUPLA IMPUNES

por Khaleb Bueno

A ENDEC -  Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas S/A precisa tomar providencias com os flanelinhas de luxo em Campinas, por exemplo esses carros estavam parados em fila dupla atrapalhando o transito em plena terça-feira (18.12.2012) as 19H30 enquanto procuram lugares para estacionar.

Alguns anos atrás eu fiqeui sabendo que para um templo evangélico obter o alvará de funcionamento deveriam ter estacionamento para seus fieis e visitantes. Pergunto e os clientes de bancos e estabelecimentos comerciais, como shopping's que se oferecem estacionamento mas cobram um absurdo, além dos impostos que pagamos.

Bom espero que seja tomado as providências nesse caso, por exemplo enquanto escrevo essa matéria 19.12.2012 as 23:35, está uma baderna la embaixo, sem dizer a correria dos flanelinhas de luxo correndo nas ruas ao lado do Bosque para estacionar os carros dos clientes na própria rua...